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segunda-feira, 16 de abril de 2012

4 dicas para melhorar a acessibilidade para portadores de necessidades especiais

Um post do blog Midiatismo que vale a pena ser lido por muitas empresas, principalmente as que desenvolvem sites e páginas para web.

Utilize bem e de forma inteligente as cores do site:

É importante que qualquer site tenha um visual simples de ser lido, seja por uma pessoa, robô ou portador de necessidades especiais. Portanto é extremamente importante que se preste bastante atenção nos contrastes. Nada de escrever com com branco no branco.

Lembre-se também de não valorizar tanto o elemento da cor para a identificação de alguma informação. Por exemplo, se você quiser destacar algo, procure deixar este destaque por conta de um texto, não apenas utilizando um fundo vermelho em algo.

Se você quer testar melhor o seu site e as cores utilizadas para quem tem algum tipo de daltonismo, recomendo dar uma olhada no “Color Vision“, que mostra como cada sintoma de daltonismo enxerga as cores. Isto é fundamental para você saber se o seu site pode ser visto bem por qualquer pessoas com este problema de visão.

Sabemos que apenas 0.005% da população tem algum problema na identificação de cores, mas não podemos tirar a oportunidade de acessar um site desse pessoal.

E claro, dê sempre preferência ao conteúdo em texto, não em imagem.

Identificação da língua utilizada:

Um outro recurso, que em um primeiro momento tem uma ligação muito mais forte com programação é a definição de qual língua aquele site está usando em seus textos. Na verdade este é um processo bem simples, que não exige muito de quem está por trás.

E também devemos lembrar que na grande maioria de serviços e programas utilizados para a programação este código já está inserido. Se você criar um site usando WordPress (ou outro CMS) ou mesmo começando do 0, usando programas como o Adobe Dreamweaver, esta parte já vem pronta.

O código em questão é o lang=”pt-BR”, que geralmente fica dentro da tag <html>, no começo do código.

Mas não podemos nos esquecer de um detalhe muito importante, que esta informação pode ser utilizada em trechos da programação, como por exemplo, em um parágrafo que esteja em alguma outra língua. Desta forma você pode apenas adicionar o seguinte código ao trecho:

<span lang=”en-US”> A message in another language </span>


Lembrando que este é para mensagens em inglês, você deve alterar conforme o país. Se fosse em alemão, seria:

<span lang=”de”>Jede Nachricht in einer anderen Sprache</span>


Você pode ver mais informações sobre a tag nesta página e também a lista completa de código de linguagem nesta outra página.

Usar tabelas como tabelas, não como estrutura de layout:

Uma moda muito antiga, que felizmente está acabando, é a de usar as tabelas como ferramenta para construir e estrutura layout. Para quem não entende de programação, as ‘tabelas’ são a tag html , usada antigamente para construir layouts de sites, etc.

 Há inclusive um movimento contra a utilização de tabelas, chamado de tableless (menos tabelas) que ajudou bastante a mostrar o uso errado desta tag html.

 Mas o que isso tem a ver com acessibilidade? Simples. As tabelas foram feitas para tabelas conteúdo (oh, genial) e não para estrutura layout. Usar table para estrutura um site pode confundir os leitores de telas, levando-os a acreditar que estão em uma grande planilha de Excel.

 Utilize as tags certas em links e imagens: 

Outro recurso muito importante, tanto para acessibilidade como para o SEO, é identificar corretamente as imagens. O código normal de uma imagem é:

< img src=”http://www.linkdaimagem.com/1torreeifelparisfrancadu87a1212319912.jpg” />

Mas se formos ser mais inteligente, o código correto para esta situação seria:

< img src=”http://www.linkdaimagem.com/torre-eiffel-paris-na-franca.jpg” alt=”Foto da Torre Eiffel em Paris, na França” />

Não é apenas para ser mais bonito, é que tanto os buscadores como os leitores de telas utilizam o nome dos arquivos e principalmente a tag ALT para dizer exatamente sobre o que se trata aquela imagem, ajudando muito nas questões de acessibilidade.

Observações:
Sim, é bem mais chato e complicado construir um site pronto para qualquer pessoa visitar. Mas deve se tornar uma tarefa padrão, valorizando cada vez mais qualquer pessoas que tenha a possibilidade de acessar o seu site.

Claro que este post tem um foco na acessibilidade visual, mas estas regras são amplas e acabam ajudando portadores de qualquer necessidade especial para a navegação.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Projeto Inter-Meios: Internet cresceu quase 20% em 2011

O Projeto Inter-Meios, coordenado por Meio & Mensagem e auditado pela PricewaterhouseCoopers, revelou que o mercado publicitário no Brasil cresceu 8,54% em 2011. A Internet registrou crescimento de 19,63%, o que fez alcançar a marca de 5,11% de participação do faturamento publicitário total no Brasil. A televisão aberta continua na liderança do share, com 63,3% da participação do bolo publicitário.

Os veículos de comunicação faturaram R$ 28,45 bilhões com venda de espaço publicitário. Estima-se que esse valor represente 90% do total das verbas investidas em mídia ao longo do ano. Contabilizados ainda o residual de 10% e um valor aproximado para a produção das peças veiculadas (calculado em 19% do total), chega-se ao bolo publicitário total (mídia+produção) e aos surpreendentes R$ 39,03 bilhões (ou US$ 23,37 bilhões), o que posiciona o Brasil entres os cinco maiores mercados globais de propaganda, em disputa com Inglaterra e Alemanha, segundo dados da ZenithOptmedia.

A TV aberta permanece como o destino do maior volume de investimentos, com o total de R$ 18,01 bilhões, 9,17% a mais que 2010. A TV por assinatura cresceu 17,85% no último ano, o que representa 4,19% de participação do faturamento publicitário total no Brasil. Apesar do aumento da circulação, os jornais cresceram abaixo da média do mercado, com 3,83% de aumento, R$ 3,36 bilhões de faturamento e 11,83% no share.

“O investimento ainda não reflete o tempo de consumo de internet nem o uso que os brasileiros fazem dela”, admite Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, ao meio&mensagem. “A internet continua sendo o meio que mais cresce há anos. No ano passado, o crescimento foi impulsionado pelo aumento do tempo dos brasileiros na internet e pela melhoria dos serviços na rede, além da audiência nas redes sociais, no consumo de vídeo, nas áreas de entretenimento, busca, além do fato de que os brasileiros conectados estão se informando mais pela internet do que por outros meios”, completa Meneghini.

Via meio&mensagem

Confira abaixo o faturamento bruto, por meio (R$):





quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A tendência do RECOMMERCE

Nunca foi tão fácil para os consumidores aproveitar o valor de compras antigas. Eles sempre revenderam bens grandes e duráveis como carros e casas, mas, em 2012, quase tudo está pronto para ser revendido, de aparelhos eletrônicos a roupas, e até experiências. Para os consumidores inteligentes, “trocar por descontos” é o novo comprar em 2012.

Novos programas de recompra (ou recommerce) pelas marcas, esquemas de troca, plataformas online e mercados em tecnologia móvel oferecem opções inteligentes e convenientes para os consumidores dispostos a “trocar por descontos para obter um produto melhor”, aliviam pressões financeiras (alguém aí pensou na volta da recessão?) e/ou acalmam preocupações ambientais e éticas.

Três eixos motores por trás do fenômeno do RECOMMERCE:

NEXTISM: Os consumidores vão sempre ansiar pelas novas experiências emocionantes prometidas pelo “próximo”.

STATUSPHERE: O crescente impulso no status que vem de ser esperto e de fazer compras com responsabilidade (ambiental).

EXCUSUMPTION: Consumidores sem dinheiro, abatidos pela recessão vão adotar soluções criativas para gastar menos e ainda assim desfrutar do maior número de experiências e compras possíveis.

Alguns exemplos:


  • A Decathlon, loja de roupas e equipamentos esportivos francesa, lançou o Trocathlon durante uma semana, em outubro de 2011. As lojas recompravam qualquer equipamento usado em troca de cupons válidos por seis meses.


  • Já mencionada em ECO-CYCOLOGY, a Common Threads Initiative, da Patagônia, é também um exemplo excelente de RECOMMERCE. A marca norte-americana de equipamentos para esportes ao ar livre fez parceria com o eBay em setembro de 2011 para lançar um marketplace oficial em que os clientes podiam comprar e vender peças usadas.
  • A Levi’s de Cingapura ofereceu as clientes SGD 100 quando eles entregavam uma calça jeans velha na compra de uma nova: desconto de SGD 50 e mais SGD 50 em vales-compras.
  • A DealsGoRound, dos Estados Unidos, permite as usuários revender e comprar ofertas passadas dos sites de compras coletivas Groupon, LivingSocial e BuyWithMe.
  • O programa Amazon Student, lançado em agosto de 2011, permite aos alunos escanear o código de barras de livros, DVDs, games ou aparelhos eletrônicos por conta própria, e ver qual é o preço de troca com desconto. Se o negócio for aceito, uma etiqueta de remessa é gerada e o valor é creditado como cartão de presente da Amazon.
  • StubHub, o mercado secundário de entradas, adicionou a funcionalidade de entrada móvel a seu aplicativo, em agosto de 2011. Isso significa que os usuários podem revender e comprar entradas direto do evento, mesmo sem acesso a uma impressora.

Publicado originalmente no relatório Trendwatching.com como parte das dúzias de tendências às quais as empresas devem ficar atentas em 2012! (via Promoview.com.br)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Compras coletivas vivem momento de transição no Brasil

Os sites de compras coletivas foram um dos fenômenos de vendas no Brasil em 2010. Após um ano, no entanto, passada a euforia, as empresas do setor buscam inovações para se consolidarem no mercado brasileiro. As tendências para o negócio estão relacionadas ao atendimento ao cliente e às ofertas personalizadas. As mudanças chegam para implementar no Brasil um terceiro momento de gestão das companhias do setor, a de fidelização dos clientes e de interações do mobile e do social commerce.

A primeira etapa do processo foi marcada pela corrida do ouro. A facilidade de montagem da plataforma de vendas e a imediata identificação dos consumidores com o modelo de negócio gerou a criação de mais de duas mil páginas na internet de compras coletivas, segundo dados do Ibope Nielsen Online. O Peixe Urbano lançou a moda no país e alavancou milhões de seguidores, mas o player brasileiro perdeu o primeiro lugar no fim de 2010 para a norte-americana Groupon, a inventora do modelo em 2008.

Atualmente, o mercado está em fase de transformação entre a segunda e a terceira etapa. Após a organização do setor, algumas empresas ganharam destaque como ClickOn, Qpechincha e Groupalia, que brigam para permanecer entre os 10 maiores atrás do Groupon e Peixe Urbano. “O mercado continuará crescendo. Ele rompe as barreiras do online e do offline, porque faz com que as pessoas conheçam as oportunidades e serviços da sua cidade ou bairro por meio da internet. É um modelo muito novo com bastantes pessoas ainda para conhecê-lo”, acredita Alexandre Ferraz, Diretor de Marketing do Peixe Urbano, em entrevista ao mundo do Marketing.

Saturação x crescimento
Se por um lado o mercado parece saturado, sem espaço para novas iniciativas, por outro, algumas empresas contrariam a premissa e seguem expandindo o setor. Os sites mais segmentados, por exemplo, como de pet shops, hoteleiro e cursos, continuam crescendo e também aqueles que apostam nos consumidores apenas de determinadas cidades. O Hotel Urbano surpreendeu os empreendedores e, na última semana, apareceu em quarto lugar no ranking das 50 maiores empresas do setor, gerado pelo Bolsa de Ofertas, seguindo o indicador Alexa Brasil.

Em novembro, o portal de descontos em hotéis atingiu a marca de um milhão de fãs na página do Facebook. Hoje, a fan page conta com 1,108 milhão de usuários e ultrapassa o número do Peixe Urbano (1,012 milhão). Antes, em abril, o Hotel Urbano já registrava a marca de seis milhões de visitas únicas por mês e uma base de cadastros de 1,4 milhões de usuários. Até o fim do ano, a empresa planeja alcançar dois milhões de usuários.

Outra surpresa foi a chegada do Azeitona Preta ao quinto lugar há duas semanas. O portal é da cidade de Marília, no interior de São Paulo, e oferece descontos para produtos e serviços do município e região. Esta semana, entretanto, o quinto lugar foi ocupado pelo Pank, que traz o diferencial de não precisar de um número mínimo de cupons a ser emitido. Todos os descontos valem independentemente da quantidade de consumidores que aderiram à oferta.

A mobilidade constante do ranking mostra que o setor ainda está bastante concorrido, mas, como era de se esperar, começa a amadurecer e perder players. Foi o que aconteceu com o Mix Oferta. A empresa surgiu no boom de novembro de 2010, mas por deficiências de negócios e falta de preparo o site foi retirado do ar. Em outubro, após uma reformulação de objetivos, a empresa voltou a atuar com um novo conceito de compras.

O Mix Oferta criou a Taxa de Manutenção de Senha, que permite ao usuário emitir cupons ilimitados por ofertas e pagar pelo serviço apenas no ato da utilização do cupom. A iniciativa pretende oferecer uma garantia a mais para os consumidores de compras coletivas, mas parece não ter alavancado as vendas do site, que ainda não aparece entre os 50 principais.

Consequências do mercado
Em julho deste ano, o país tinha 1.890 sites de compras coletivas e 73 sites agregadores de ofertas, somando um total de 1.963 portais, segundo o último levantamento do site Bolsa de Ofertas. O estudo apontava um aumento de 84% em relação a fevereiro, em que foi contabilizada a existência de 1.025 páginas de descontos em funcionamento no país. A quantidade, entretanto, esconde que 39% dos sites de compras coletivas estão fora de operação.

“Hoje o mercado pode ser considerado um mar aberto para as redes de ofertas. Mas os grandes conseguirão continuar, enquanto os pequenos quebrarão”, prevê Waldomiro Pereira, Professor de Master em Gestão e Estratégias para Comércio Eletrônico, da Business School. Para os pequenos players, o modelo segmentado parece ser a melhor aposta para conquistar uma boa posição no mercado. A disputa, no entanto, começa a aparecer entre outros negócios gerados com o sucesso das compras coletivas. Caso dos sites agregadores de desconto, (Save Me e Aponta Ofertas), de recompra de cupons (Regrupe e Reurbano) e até empresas que montam páginas de ofertas para as marcas.

A Click Soft idealizou o modelo de portal, como um blog, em que as marcas poderiam ter o seu próprio site de compras coletivas. Copiando o idealizador do mercado, o Groupon, a empresa inaugurou o Mogron, plataforma pela qual outras companhias podem se inscrever e hospedar-se gratuitamente. O pagamento destinado ao site é feito por meio de participação em vendas, em torno de 7%, das ofertas anunciadas.

Consolidação do Mercado
A tendência é que o modelo continue o mesmo, mas o mercado já vem apresentando mudanças. Uma das principais foi a abertura de capital do Groupon, em novembro, que reuniu US$ 700 milhões de investimento para a companhia, que já vinha acumulando dívidas desde setembro, quando a empresa divulgou um prejuízo líquido de US$ 214,5 milhões nos três primeiros trimestres de 2011.

“A abertura de capital do Groupon foi bem sucedida e isso demonstra que o mercado está sendo creditado. É a prova de que isso não é uma bolha e traz mais otimismo”, ressalta Ferraz, CMO do Peixe Urbano. A atuação do Groupon não intimidou os seus concorrentes, mas trouxe uma afirmação maior do potencial do negócio e aumentou a briga entre as empresas.

O ClickOn, por exemplo, já chegou a uma disputa acirrada com o Peixe Urbano pelo segundo lugar. Hoje, no entanto, a distância aumentou e o ClickOn busca fidelizar a base de clientes conquistados. “A preocupação era fazer o ClickOn chegar à competição do mercado e sobreviver a um momento de bolha. A corrida era para conquistar uma base sólida de usuários e os sócios, além de conseguir ficar entre as primeiras”, conta Cláudia Woods, Diretora de Marketing do ClickOn, em entrevista ao portal.

Tendências para o próximo ano
A corrida contra o tempo não é à toa. Os players estão de olho na quantidade de consumidores que o setor ainda pode conquistar. Atualmente, são mais de 17 milhões de pessoas cadastradas em site de compras no Brasil, segundo levantamento do Ibope Nielsen Online, realizado em maio deste ano. O número ainda é pouco, se comparado ao total de 78 milhões de internautas maiores de 16 anos no país.
“Temos uma forte atuação nas mídias sociais, com perfis no Twitter e no Facebook de cada cidade onde estamos. Todas as ofertas são destacadas nesses canais. Acreditamos muito na força do boca a boca que as mídias sociais proporcionam”, afirma Florian Otto, CEO do Groupon Brasil, ao portal.

No último dia 28, o Peixe Urbano investiu em uma loja virtual dentro do Facebook, seguindo a tendência do social commerce. O novo canal permite uma maior interatividade dos parceiros da empresas com seus potenciais consumidores. O próximo passo das empresas será investir no modelo de mobile commerce, tendo em vista o maior número de usuários de telefonia móvel no país.

A essência do modelo continuará firme, mas o principal erro das empresas ainda é o atendimento ao cliente. “Os brasileiros gostam de descontos, contudo, será necessário um foco maior no relacionamento para chamar a atenção do consumidor por meio do lado afetivo e não apenas da oferta. A inovação do mercado será a utilização de redes sociais e a constituição de uma equipe interna, que possa analisar o perfil dos clientes e o que eles desejam”, declara Waldomiro Pereira.

Fonte: Mundo do Marketing

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Redes sociais são foco do brasileiro

Em levantamento divulgado recentemente pela Fecomércio- RJ/Ipsos revelou que as redes sociais são o principal motivo para os brasileiros se conectarem: mais de 60% dos internautas brasileiros tem como prioridade o acesso a estes sites. Outros dados demonstraram também que cada vez mais o número de habitantes conectados à web cresceu no país: em 2007 o percentual da população que estava na rede era de 27%, número que alcançou os 48% este ano.

Logo atrás da utilização das redes sociais vêm outros usos da internet para a população: os sites de pesquisa são responsáveis por 48% dos acessos, seguido pelos emails (34%), sites de notícias (34%), entretenimento (17%) e serviços (17%). Quanto ao local de conexão, 62% dos entrevistados informaram que se conectam a rede quando estão em casa, enquanto 15% utilizam a web em lan houses e no trabalho.

As estatísticas comprovam que mesmo a freqüência do uso entre os internautas brasileiros aumentou: dentre aqueles que possuem acesso à web, 47% afirmam que diariamente estão online, seguido por 33% que acessam a rede mais de uma vez por semana e 12% que costumam se conectar uma vez a cada sete dias.

Alguns aspectos podem ser considerados os responsáveis pela expansão do acesso à internet no Brasil, como o aumento do poder aquisitivo da população, os avanços da tecnologia e o comportamento do dólar que favoreceu a importação de peças e produtos. As dificuldades apontadas pelos brasileiros foram quanto ao conhecimento e uso do computador: 43% afirmaram que não se sentem totalmente seguros ao usar o equipamento, enquanto outros 38% alegaram que ainda não tinham o computador, e por isso ainda não se conectam. O levantamento foi realizado com 70 mil pessoas em nove regiões metropolitanas.

Fonte: Coworkers Mídias Sociais