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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Estudo mostra o comportamento dos usuários brasileiros nas redes sociais

Pesquisa realizada em março de 2012 pela M.Sense Pesquisa e Inteligência de Mercado e Hi-Mídia revela o comportamento dos brasileiros em relação as redes sociais.

Clique nas imagens para visualizar melhor







Fonte: Hi-mídia

segunda-feira, 12 de março de 2012

Projeto Inter-Meios: Internet cresceu quase 20% em 2011

O Projeto Inter-Meios, coordenado por Meio & Mensagem e auditado pela PricewaterhouseCoopers, revelou que o mercado publicitário no Brasil cresceu 8,54% em 2011. A Internet registrou crescimento de 19,63%, o que fez alcançar a marca de 5,11% de participação do faturamento publicitário total no Brasil. A televisão aberta continua na liderança do share, com 63,3% da participação do bolo publicitário.

Os veículos de comunicação faturaram R$ 28,45 bilhões com venda de espaço publicitário. Estima-se que esse valor represente 90% do total das verbas investidas em mídia ao longo do ano. Contabilizados ainda o residual de 10% e um valor aproximado para a produção das peças veiculadas (calculado em 19% do total), chega-se ao bolo publicitário total (mídia+produção) e aos surpreendentes R$ 39,03 bilhões (ou US$ 23,37 bilhões), o que posiciona o Brasil entres os cinco maiores mercados globais de propaganda, em disputa com Inglaterra e Alemanha, segundo dados da ZenithOptmedia.

A TV aberta permanece como o destino do maior volume de investimentos, com o total de R$ 18,01 bilhões, 9,17% a mais que 2010. A TV por assinatura cresceu 17,85% no último ano, o que representa 4,19% de participação do faturamento publicitário total no Brasil. Apesar do aumento da circulação, os jornais cresceram abaixo da média do mercado, com 3,83% de aumento, R$ 3,36 bilhões de faturamento e 11,83% no share.

“O investimento ainda não reflete o tempo de consumo de internet nem o uso que os brasileiros fazem dela”, admite Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, ao meio&mensagem. “A internet continua sendo o meio que mais cresce há anos. No ano passado, o crescimento foi impulsionado pelo aumento do tempo dos brasileiros na internet e pela melhoria dos serviços na rede, além da audiência nas redes sociais, no consumo de vídeo, nas áreas de entretenimento, busca, além do fato de que os brasileiros conectados estão se informando mais pela internet do que por outros meios”, completa Meneghini.

Via meio&mensagem

Confira abaixo o faturamento bruto, por meio (R$):





quinta-feira, 24 de novembro de 2011

GAMES SOCIAIS

Nos próximos três anos, os games sociais irão faturar US$ 238 milhões no Brasil, de acordo com um estudo realizado pela firma de pesquisa SuperData. Em 2011, a estimativa é que mercado feche o ano movimentando em torno de US$ 136 milhões.

O estudo é baseado no comportamento de 2.414 usuários e prevê que a base de usuários irá chegar a 52,3 milhões em 2014.

Hoje, o Brasil tem uma fatia de 35% do mercado de jogos sociais na América Latina e 5% no mercado global, segundo estudo divulgado pela empresa de pesquisa Newzoo.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Tráfego de dados em dispositivos móveis aumentará quase dez vezes até 2016

Segundo um estudo realizado pela Ericsson, o tráfego mensal de dados em redes celulares no mundo aumentará quase dez vezes entre 2011 e 2016, passando de 530 petabytes para 4,6 mil petabytes, com um crescimento anual de 60%. Para se ter uma noção, o petabyte é uma medida que equivale a 1024 terabytes, ou 1.048.576 gigabytes.
 Nesse mesmo intervalo de tempo, o tráfego mensal médio de um smartphone aumentará de 300 MB para 800 MB, enquanto o de um laptop conectado a redes celulares subirá de 1,9 GB para 6,5 GB.

Vale lembrar que o estudo não leva em conta o tráfego via WiFi, WiMAX móvel e nem entre máquinas (MZM), e a Ericsson ressalta que as estimativas podem ser afetadas se as operadoras alterarem sua política de controle de tráfego de rede, impondo menos ou mais limites aos usuários.

A pesquisa aponta que entre 30% e 40% do consumo de dados móveis atualmente se deve ao acesso a vídeos online, enquanto a navegação em sites responde por algo entre 20% e 30%. O restante é dividido entre atualizações de software, redes sociais, compartilhamento de arquivos, e-mail, música e outros fatores.

Já na comparação do tráfego por tipo de aparelho, nota-se uma incidência maior de música em tablets e smartphones do que em notebooks, enquanto nesses mesmos aparelhos o compartilhamento de arquivos tem uma participação mais relevante que nos demais, respondendo por cerca de 10% do total.

Em 2016, os 4,6 mil petabytes consumidos mensalmente nas redes móveis serão divididos praticamente meio a meio entre smartphones de um lado, e laptops e tablets do outro. Os computadores portáteis, aliás, aumentarão de 180 milhões para 550 milhões em cinco anos. A quantidade de telefones móveis de alto consumo - como iOS e Android, por exemplo - também vai aumentar: dos 450 milhões passará para os 2,1 bilhões, enquanto a base dos demais smartphones passará de 810 milhões para 2,6 bilhões. Ou seja, em 2016 haverá aproximadamente 5,25 bilhões de conexões de banda larga móvel no planeta.

O estudo da Ericsson também fornece dados a respeito da infraestutura de telefonia móvel. A cobertura GSM, ou simplesmente 2G, deve aumentar de 85% para 90% da população, e o 3G no padrão WCDMA/HSPA dará um salto de 35% para 80%. Já o 4G com o padrão LTE, que hoje atende uma área onde vive menos de 5% da população, passará para os 35%. Isso tudo até 2016.

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mídias sociais têm alto impacto no consumo de fast foods

Pesquisa realizada nos EUA pela Ogilvy-ChatThreads junto a consumidores de restaurantes de fast food revelou que indivíduos expostos a conteúdo de mídias sociais têm muito mais propensão a aumentar seus gastos e consumo do que pessoas não expostas.

O crescimento no gasto/consumo mostrou-se entre duas a sete vezes maior, dependendo do tipo de mídia com que o grupo de sujeitos pesquisados tinha contato. O impacto das redes sociais mostrou-se ainda mais invasivo nos casos que essas mídias eram combinadas com outros tipos de propaganda convencional, como campanhas de relações públicas, outdoors e propaganda na TV.

Além disso, dentre as mais de 20 maneiras de anunciar que foram estudadas, a exposição a conteúdo social foi a que mais aumentou a percepção das marcas, durante o período de sete dias em que o estudo foi realizado.

Apesar de ter sido detectado este alto impacto dos conteúdos sociais, os consumidores testados relataram ter visto pouco conteúdo, ao longo de sua rotina diária, que ostentasse as marcas envolvidas na pesquisa. Apenas 24% dos pesquisados relataram exposição ao conteúdo social, comparando a uma exposição de 69% em anúncios da TV com as marcas em evidência.

A pesquisa baseou-se em 5.295 interações envolvendo cinco marcas americanas famosas de fast food, com 404 clientes (média etária de 34 anos) munidos da ferramenta BrandEncounter, que monitorava os contatos de cada um com as marcas.


Fonte: O Globo

Pesquisa analisa o real significado do botão "like" do Facebook

Desde o princípio dos tempos, desde que o mundo é mundo e a humanidade reina sobre ele, filósofos e outros estudiosos procuram exaustivamente o significado da vida. Há bem menos tempo do que isso, diversos profissionais procuram incansavelmente descobrir o verdadeiro valor do botão like do Facebook. A resposta é que tal significado é extremamente simples, porém extremamente complexo.

Um estudo da Exact Target chamado The meaning of like procurou analisar assinantes, fãs e seguidores para descobrir o real valor de cada componente. A ideia era descobrir como e por que esses personagens (assinantes, fãs e seguidores) interagem com as marcas nos principais meios, respectivamente e-mail, Facebook e Twitter.

No caso do Facebook, a pesquisa tinha como ponto de partida três pontos principais:
• Como os seguidores usam o like dentro do Facebook e em outros sites;
• Quais as expectativas desses consumidores depois de darem like em uma página;
• O que os profissionais dessas mídias sociais estão fazendo de certo - e de errado - no Facebook.

Abaixo você pode conferir alguns dados estatísticos que a pesquisa concluiu. São dados interessantes se analisarmos o real significado do termo like. Você pode dar like porque realmente é um fã da marca ou apenas porque está interessado em promoções ou informações sobre novos produtos, não o transformando em um "amigo da marca". Confiram:

• Apenas 42% os usuários ativos do Facebook concordam que os profissionais das empresas podem tratar um like como significado de que você é um fã ou advogado da marca;
• 93% dos usuários se envolvem de alguma maneira com o like pelo menos uma vez por mês;
• 74% curtem algo que um amigo postou na rede;
• 52% clicam em like em outros sites, como blogs ou portais de notícias;
• 44% curtem algo que alguma empresa postou;
• 45% curtem uma empresa ou marca no Facebook;
• 73% dos usuários dizem ter alguma cautela ao compartilhar online algo sobre si mesmos.

Outro levantamento interessante foi no quesito idade e quantas páginas determinas faixas etárias geralmente curtem. O dado é interessante pois para cada tipo de mercado há um tipo de público:

• Entre 15 e 17 anos, 46% nunca curtiu uma página sequer e 39% curtiu entre 1 e 10 fanpages;
• Entre 18 e 24 anos, 26% nunca curtiu uma fanpage e 51% entre 1 e 10 páginas;
• Entre 25 e 34 anos, 46% curtiu entre 1 e 10 páginas e 30% curitu mais de 11 fanpages;
• Entre 35 e 44 anos, 53% curtiu entre 1 e 10 páginas e 27% nunca curtiu uma sequer;
• Para quem 65 anos ou mais, 70% nunca curtiu uma página no Facebook.

As expectativas dos consumidores após curtiram uma página também é bem variável:

• 58% espera ter acesso a algum conteúdo exclusivo, eventos ou vendas;
• 58% também afirmou esperar por promoções e descontos;
• 47% disse curtir uma página para receber informações sobre a empresa;
• 37% quer que, ao curtir uma página, o nome da empresa ou marca apareça logo em seu profile;
• 37% não que nada aconteça;
• 36% esperam receber das empresas informações mais relevantes baseadas em seus conteúdos publicados abertamente em seus perfis.

Porém há o outro lado da moeda. Cerca de 35% dos usuários responderam que nunca curtiram e nunca vão curtir uma página no Facebook. O motivo? São vários:

• 54% disse não querer ser bombardeado por informações ou publicidade;
• 45% não querem que empresas tenham acesso a informações de seus perfis;
• 29% não quer manter contato com empresas no Facebook;
• 23% não vê benefício algum em curtir uma página;
• 4% disseram não entender o que ganhariam se curtissem uma fanpage.

O estudo é bem interessante e conclui que o botão like é trabalhado como uma forma de auto-afirmação, especialmente nos consumidores mais novos; o like também é encarado como uma via de acesso exclusivo a algum tipo de conteúdo, que pode englobar até descontos ou informações privilegiadas; o botão também tem significado ambíguo, já que marcas e consumidores enxergam perspectivas diferentes; e consumidores esperam uma "resposta" um pouco mais casual da marca.

Fonte: Blog Mídia8!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Mercado de publicidade perto dos US$ 500 bi

Os investimentos em publicidade deverão crescer 3,9% neste ano e atingir US$ 494 bilhões, de acordo com a mais nova estimativa da eMarketer. Além disso, a empresa projeta alta de um dígito em todas as disciplinas pelo menos até 2015, o que deverá elevar o mercado publicitário a um patamar de US$ 600 bilhões na ocasião.


O grande destaque em termos de crescimento será a publicidade online, que terá alta de 20% neste ano, atingindo US$ 80 bilhões. A alta de dois dígitos seguirá nos próximos anos e o segmento chegará a US$ 100 bilhões em 2013 e US$ 132 bi em 2015.

Dentre os formatos online, destaque para publicidade em vídeo, que terá alta de 52% neste ano e seguirá em patamar elevado de crescimento nos próximos anos, sempre acima de 26%.

Também se destacam as estratégias de patrocínio, que crescerão quase 90% neste ano, embora com redução substancial na alta nos próximos anos. Busca, banners e classificados seguem com alta de dois dígitos até pelo menos 2012.

Os formatos que mais perdem espaço são rich media, que terá crescimento de 8% neste ano, mas reduzirá para 1,2% em 2015 e, principalmente, e-mail marketing, que caiu 33% no ano passado, seguirá morro abaixo, até 2013, quando apresentará taxas pequenas de crescimento.

A metodologia da eMarketer envolve análise de dados de diversas fontes, incluindo empresas de pesquisa, agências, bancos de investimento e associações.

Fonte: M&M

quinta-feira, 9 de junho de 2011

The Social Media Revolution 2011

Eric Qualman, do Socialnomics, acaba de lançar o terceiro vídeo da série “The Social Media Revolution” (as últimas versões foram em 2009 e 2010). Dados, estatísticas e curiosidades preenchem a pesquisa que tenta traçar um panorama completo e atualizado do universo das mídias sociais.



Leia alguns dados curiosos da pesquisa:
- Mais de 50% da população mundial tem menos de 30 anos;
- 1 em cada 5 casais se conheceram pela internet;
- Se o Facebook fosse um país, ele seria o terceiro maior;
- Lady Gaga, Britney Spears e Justin Bieber tem mais seguidores no Twitter do que a população inteira da Suécia, Israel, Grécia, Chile, Coréia do Norte e Austrália;
- A Geração Y e Z considera o e-mail algo ultrapassado;
- Algumas universidades pararam de distribuir contas de email;
- A venda de e-books ultrapassou a venda de livros impressos;
- 93% dos profissionais de marketing usam mídias sociais para os negócios;