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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A tendência do RECOMMERCE

Nunca foi tão fácil para os consumidores aproveitar o valor de compras antigas. Eles sempre revenderam bens grandes e duráveis como carros e casas, mas, em 2012, quase tudo está pronto para ser revendido, de aparelhos eletrônicos a roupas, e até experiências. Para os consumidores inteligentes, “trocar por descontos” é o novo comprar em 2012.

Novos programas de recompra (ou recommerce) pelas marcas, esquemas de troca, plataformas online e mercados em tecnologia móvel oferecem opções inteligentes e convenientes para os consumidores dispostos a “trocar por descontos para obter um produto melhor”, aliviam pressões financeiras (alguém aí pensou na volta da recessão?) e/ou acalmam preocupações ambientais e éticas.

Três eixos motores por trás do fenômeno do RECOMMERCE:

NEXTISM: Os consumidores vão sempre ansiar pelas novas experiências emocionantes prometidas pelo “próximo”.

STATUSPHERE: O crescente impulso no status que vem de ser esperto e de fazer compras com responsabilidade (ambiental).

EXCUSUMPTION: Consumidores sem dinheiro, abatidos pela recessão vão adotar soluções criativas para gastar menos e ainda assim desfrutar do maior número de experiências e compras possíveis.

Alguns exemplos:


  • A Decathlon, loja de roupas e equipamentos esportivos francesa, lançou o Trocathlon durante uma semana, em outubro de 2011. As lojas recompravam qualquer equipamento usado em troca de cupons válidos por seis meses.


  • Já mencionada em ECO-CYCOLOGY, a Common Threads Initiative, da Patagônia, é também um exemplo excelente de RECOMMERCE. A marca norte-americana de equipamentos para esportes ao ar livre fez parceria com o eBay em setembro de 2011 para lançar um marketplace oficial em que os clientes podiam comprar e vender peças usadas.
  • A Levi’s de Cingapura ofereceu as clientes SGD 100 quando eles entregavam uma calça jeans velha na compra de uma nova: desconto de SGD 50 e mais SGD 50 em vales-compras.
  • A DealsGoRound, dos Estados Unidos, permite as usuários revender e comprar ofertas passadas dos sites de compras coletivas Groupon, LivingSocial e BuyWithMe.
  • O programa Amazon Student, lançado em agosto de 2011, permite aos alunos escanear o código de barras de livros, DVDs, games ou aparelhos eletrônicos por conta própria, e ver qual é o preço de troca com desconto. Se o negócio for aceito, uma etiqueta de remessa é gerada e o valor é creditado como cartão de presente da Amazon.
  • StubHub, o mercado secundário de entradas, adicionou a funcionalidade de entrada móvel a seu aplicativo, em agosto de 2011. Isso significa que os usuários podem revender e comprar entradas direto do evento, mesmo sem acesso a uma impressora.

Publicado originalmente no relatório Trendwatching.com como parte das dúzias de tendências às quais as empresas devem ficar atentas em 2012! (via Promoview.com.br)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Tráfego de dados em dispositivos móveis aumentará quase dez vezes até 2016

Segundo um estudo realizado pela Ericsson, o tráfego mensal de dados em redes celulares no mundo aumentará quase dez vezes entre 2011 e 2016, passando de 530 petabytes para 4,6 mil petabytes, com um crescimento anual de 60%. Para se ter uma noção, o petabyte é uma medida que equivale a 1024 terabytes, ou 1.048.576 gigabytes.
 Nesse mesmo intervalo de tempo, o tráfego mensal médio de um smartphone aumentará de 300 MB para 800 MB, enquanto o de um laptop conectado a redes celulares subirá de 1,9 GB para 6,5 GB.

Vale lembrar que o estudo não leva em conta o tráfego via WiFi, WiMAX móvel e nem entre máquinas (MZM), e a Ericsson ressalta que as estimativas podem ser afetadas se as operadoras alterarem sua política de controle de tráfego de rede, impondo menos ou mais limites aos usuários.

A pesquisa aponta que entre 30% e 40% do consumo de dados móveis atualmente se deve ao acesso a vídeos online, enquanto a navegação em sites responde por algo entre 20% e 30%. O restante é dividido entre atualizações de software, redes sociais, compartilhamento de arquivos, e-mail, música e outros fatores.

Já na comparação do tráfego por tipo de aparelho, nota-se uma incidência maior de música em tablets e smartphones do que em notebooks, enquanto nesses mesmos aparelhos o compartilhamento de arquivos tem uma participação mais relevante que nos demais, respondendo por cerca de 10% do total.

Em 2016, os 4,6 mil petabytes consumidos mensalmente nas redes móveis serão divididos praticamente meio a meio entre smartphones de um lado, e laptops e tablets do outro. Os computadores portáteis, aliás, aumentarão de 180 milhões para 550 milhões em cinco anos. A quantidade de telefones móveis de alto consumo - como iOS e Android, por exemplo - também vai aumentar: dos 450 milhões passará para os 2,1 bilhões, enquanto a base dos demais smartphones passará de 810 milhões para 2,6 bilhões. Ou seja, em 2016 haverá aproximadamente 5,25 bilhões de conexões de banda larga móvel no planeta.

O estudo da Ericsson também fornece dados a respeito da infraestutura de telefonia móvel. A cobertura GSM, ou simplesmente 2G, deve aumentar de 85% para 90% da população, e o 3G no padrão WCDMA/HSPA dará um salto de 35% para 80%. Já o 4G com o padrão LTE, que hoje atende uma área onde vive menos de 5% da população, passará para os 35%. Isso tudo até 2016.

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Google vai comprar a Motorola Mobility

O Google vai comprar a Motorola Mobility por cerca de US$ 12,5 bilhões.

Parceira do sistema operacional Android, desde 2008, a Motorola Mobility é responsável pela fabricação de tablets e smartphones, como o Xoom e o Atrix. Será uma parceria forte, para "botar contra" a Apple e a Microsoft.
A aquisição, que deve ser concluída até o início de 2012, permitirá ao Google aumentar a concorrência na telefonia móvel.

O Google ainda anunciou que irá gerenciar a Motorola Mobility como uma empresa separada, ou seja, continuará fornecendo o Android para outros parceiros.

O problema dessa história é que o Google poderá priorizar a Motorola em lançamentos futuros, deixando os outros parceiros com dor de cotovelo...

Obs.: Só para explicar, existe a Motorola Solutions, centrada nos serviços para empresas, e a Mobility, focada no consumidor final.



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Banda lança álbum que só pode ser ouvido com app de geolocalização

A banda americana de Washington D.C, Bluebrain, lançou um álbum de uma forma nada convencional. Segundo o site Mashable, o disco não está disponível em formato MP3, mas sim como um aplicativo de geolocalização do iPhone, que só funciona quando a pessoa estiver dentro do parque central de Washington, chamado Mall.

As faixas não estarão disponíveis para download convencional, uma vez que só podem ser ouvidas quando os fãs estiverem andando pelo parque. "Ao contrário de uma série de aplicativos de música, este aqui não acompanha um álbum comum ou dá datas de shows da banda", conta Ryan Holladay, um dos integrantes. "Na verdade, o aplicativo é o próprio trabalho e as faixas foram criadas para serem apreciadas junto com a paisagem do parque. Por exemplo, quando você sobe os degraus do Lincoln Memorial, o som dos sinos vai aumentando até chegar nos pés da estátua", explica.

Ryan ainda conta que além das faixas tocarem mediante a localização do usuário do smartphone, que deve estar obrigatoriamente no parque de Washington, a música evolui com base no caminho que a pessoa faz no parque. "O aplicativo usa o GPS embutido no smartphone", conta Ryan. Com isso, as músicas vão ajustando o ritmo e melodia à medida em que o usuário vai caminhando.

O álbum, intitulado The National Mall, contém cerca de três horas de músicas compostas pela própria banda, enquanto eles perambulavam ao redor do parque. "Foi, sem dúvida, a maior quantidade de exercício que fiz num disco", brinca o integrante. "Quando começamos a trabalhar no álbum, sabíamos que seria algo muito inovador.Tivemos que pensar constantemente sobre tudo o que estava ao nosso redor, examinando tudo", completou Ryan.

No vídeo abaixo é possível ver como é a experiência de ouvir o álbum no parque de Washington. Para quem estiver pela cidade, vale a pena baixar o aplicativo para apreciar as faixas da banda, enquanto caminha pelo local.


The National Mall by BLUEBRAIN. The First Location-Aware Album from BLUEBRAIN on Vimeo.

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Google canta "Heaven, i'm heaven..."

Viram que o Google acabou de lançar um serviço de armazenamento de música? As canções são armazenadas na “nuvem” e podem também ser acessadas no celular com a instalação de um aplicativo. O Music Beta by Google’ é similar ao serviço da Amazon.com, o Amazon Cloud Drive, apresentado no ano passado.


A princípio, a empresa dona do maior buscador do mundo afirma que não há qualquer acordo prévio de licenciamento com uma grande gravadora, apesar de meses tentando negociações.

O Google vem trabalhando no desenvolvimento do serviço de música para que seu sistema operacional móvel Android possa competir melhor com o iTunes, que é o pilar dos serviços de conteúdo da Apple.



Num primeiro momento, o serviço gratuito (por enquanto, espere alguma gravadora entrar na jogada) terá 20 mil músicas e poderão usá-lo apenas usuários que receberem convites. Além disso, você só pode se cadastrar se for dos Estados Unidos, o que desanima bastante...

Referência musical no título: Frank Sinatra - Cheek To Cheek

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Internet móvel atinge 21 milhões de celulares no Brasil

O uso de internet móvel alcançou aproximadamente 11% dos celulares no Brasil, informa a coluna Mercado Aberto para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

A tecnologia 3G, que permite o acesso à internet por meio do telefone, atingiu 21 milhões de aparelhos no ano passado, segundo estimativas da 4G Americas, associação de provedores de serviços e fabricantes do setor. No Brasil há cerca de 200 milhões de telefones celulares atualmente, de acordo com a Anatel.

Na América Latina, 2010 fechou com cerca de 36 milhões de assinaturas de banda larga móvel.



Fonte: Folha

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Eles avisaram em 1993...

Uma propaganda da operadora AT&T, lançada em 1993, "chutou" e acertou o surgimento de tecnologias que hoje já fazem parte do nosso cotidiano como o GPS, tablets, videoconferência por telefone, programação on demand, entre outras. Embora sejam tendências baseadas em pesquisas e tecnologias criadas - e provavelmente testadas - na época, vale pela coragem do comercial.