sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

SCREEN CULTURE

SCREEN CULTURE é menos uma tendência em si e mais o meio pelo qual muitas tendências deste ano vão se manifestar.

2012 verá a convergência de megacorrentes tecnológicas: as telas serão (ainda mais) onipresentes / móveis / baratas / sempre ligadas; interativas e intuitivas (por meio de telas sensíveis ao toque, tablets e assim por diante); uma interface para tudo e qualquer coisa que estiver além da tela (por meio da internet móvel e, cada vez mais e finalmente difundida em 2012, “a nuvem” – cloud, em inglês).



Aliás, o futuro para a maior parte dos aparelhos será um mundo em que os consumidores vão se importar menos com eles e se importarão apenas com a tela, ou melhor, com o conteúdo que pode ser acessado por meio dela.

Então, seja por meio da convergência do “online” e do “offline” [consulte OFF=ON no nosso recente Trend Briefing RETAIL RENAISSANCE (RENASCIMENTO DO VAREJO)], dos consumidores aproveitando o THE F-FACTOR (FATOR-F) para descobrir novos produtos ou decidir a respeito dele com a ajuda de friends, fans e followers (amigos, fãs e seguidores), ou de megatendências como a “conveniência” ou o INFOLUST, saiba que toda a cultura de consumo será influenciada e se dará na dominante SCREEN CULTURE.

E, não, ninguém vai sofrer de “excesso de telas” ou de “cansaço das telas”. Aliás, o vídeo acima é apenas uma amostra das coisas que estão por vir para os nativos digitais em 2012 e depois. Alguns sinais dos tempos aleatórios:


  • A rede de supermercados Sainsbury, do Reino Unido, em parceria com a fornecedora de televisão Sky, permite aos clientes assistiram aos principais eventos esportivos enquanto fazem compras usando docks para iPad e alto-falantes acoplados ao carrinho. O Sky Go trolley (Sky no Carrinho) vem com um suporte ajustável para iPad, alto-falantes e bateria acoplada com painel solar de autocarregamento. Os clientes que gostam de esportes só precisam baixar o aplicativo de streaming Sky Go em seu tablet e então colocá-lo no suporte do carrinho de compras.


  • O “Parlamentarium”, do Parlamento Europeu, é o maior centro de visitantes da Europa. Ele combina multimídia interativa e história em 23 línguas para mostrar o cotidiano dos cidadãos da União Europeia. Uma tela digital surround de 360 graus conduz os visitantes ao centro da ação do Parlamento Europeu, com aplicativos de tela sensível ao toque que fornecem mais informações a respeito dos Membros do Parlamento Europeu. Uma das características únicas do centro é atender a todas as 23 línguas oficiais da organização por meio de aparelhos iPod Touch, que podem ser configurados em qualquer uma das línguas.


  • Em outubro de 2010, a marca de telecomunicações móvel 8ta, da África do Sul, instalou vitrines que podiam ser ativadas pelo toque em suas lojas, permitindo aos consumidores que examinem o catálogo da loja durante todo o dia e a note. Usando tecnologia da empresa de mídia digital One Digital Media (também da África do Sul), as “vitrines sussurrantes” da loja funcionam como alto-falantes e permitem aos usuários ouvir informações sobre os produtos, assim como vê-los na loja. No espaço de vendas, outras telas sensíveis ao toque utilizadas em mesas de exposição de produtos e embutidas em paredes apresentam os produtos da 8ta.


  • Em setembro de 2011, a rede de sopas de Sichuan Hao Di Lao e a firma chinesa de tecnologia Huawei anunciaram uma parceria para instalar telas de telepresença nos restaurantes da Hao Di Lao em Xangai e em Beijing. Os clientes podem se sentar e compartilhar sua refeição de sopa com familiares e amigos localizados em outros lugares por meio das telas. Os clientes da Hao Di Lao já podem usar iPads disponibilizados nas mesas para pedir comida.
Ah, e com o inverno atingindo várias partes do mundo em breve, espere uma volta das luvas screen-friendly da Muji e as versões de luxo da Etre.

Olhando ainda mais adiante, que tal o OmniTouch, um protótipo de vestir (da Microsoft Research Redmond) que transforma qualquer superfície numa touchscreen via uma projeção?

Ou, as telas flexíveis da Samsung e as telas embutidas em janelas? Além dos eletroeletrônicos, Adidas e Intel mostraram o Virtual Footwear Wall, possibilitando aos compradores xeretarem em 8 mil sapatos de uma só vez com a interface de uma touchscreen.  Sim, SCREEN CULTURE, verdadeiramente, é a cultura ;-)

Publicado originalmente no relatório Trendwatching.com como parte das dúzias de tendências às quais as empresas devem ficar atentas em 2012! (via Promoview.com.br)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A tendência do RECOMMERCE

Nunca foi tão fácil para os consumidores aproveitar o valor de compras antigas. Eles sempre revenderam bens grandes e duráveis como carros e casas, mas, em 2012, quase tudo está pronto para ser revendido, de aparelhos eletrônicos a roupas, e até experiências. Para os consumidores inteligentes, “trocar por descontos” é o novo comprar em 2012.

Novos programas de recompra (ou recommerce) pelas marcas, esquemas de troca, plataformas online e mercados em tecnologia móvel oferecem opções inteligentes e convenientes para os consumidores dispostos a “trocar por descontos para obter um produto melhor”, aliviam pressões financeiras (alguém aí pensou na volta da recessão?) e/ou acalmam preocupações ambientais e éticas.

Três eixos motores por trás do fenômeno do RECOMMERCE:

NEXTISM: Os consumidores vão sempre ansiar pelas novas experiências emocionantes prometidas pelo “próximo”.

STATUSPHERE: O crescente impulso no status que vem de ser esperto e de fazer compras com responsabilidade (ambiental).

EXCUSUMPTION: Consumidores sem dinheiro, abatidos pela recessão vão adotar soluções criativas para gastar menos e ainda assim desfrutar do maior número de experiências e compras possíveis.

Alguns exemplos:


  • A Decathlon, loja de roupas e equipamentos esportivos francesa, lançou o Trocathlon durante uma semana, em outubro de 2011. As lojas recompravam qualquer equipamento usado em troca de cupons válidos por seis meses.


  • Já mencionada em ECO-CYCOLOGY, a Common Threads Initiative, da Patagônia, é também um exemplo excelente de RECOMMERCE. A marca norte-americana de equipamentos para esportes ao ar livre fez parceria com o eBay em setembro de 2011 para lançar um marketplace oficial em que os clientes podiam comprar e vender peças usadas.
  • A Levi’s de Cingapura ofereceu as clientes SGD 100 quando eles entregavam uma calça jeans velha na compra de uma nova: desconto de SGD 50 e mais SGD 50 em vales-compras.
  • A DealsGoRound, dos Estados Unidos, permite as usuários revender e comprar ofertas passadas dos sites de compras coletivas Groupon, LivingSocial e BuyWithMe.
  • O programa Amazon Student, lançado em agosto de 2011, permite aos alunos escanear o código de barras de livros, DVDs, games ou aparelhos eletrônicos por conta própria, e ver qual é o preço de troca com desconto. Se o negócio for aceito, uma etiqueta de remessa é gerada e o valor é creditado como cartão de presente da Amazon.
  • StubHub, o mercado secundário de entradas, adicionou a funcionalidade de entrada móvel a seu aplicativo, em agosto de 2011. Isso significa que os usuários podem revender e comprar entradas direto do evento, mesmo sem acesso a uma impressora.

Publicado originalmente no relatório Trendwatching.com como parte das dúzias de tendências às quais as empresas devem ficar atentas em 2012! (via Promoview.com.br)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Infográfico mostra a diferença dos jovens dos anos 50, 70 e 90

Infográfico que o ponto eletrônico da Box 1824 fez mostrando as diferenças de escolhas e estilos dos jovens de gerações diferentes. Muito legal!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Mais oportunidades de consumo para quem tem menos

Em 2012, as oportunidades de atender a centenas de milhões de consumidores urbanos de baixa renda serão inéditas. Uma tendência impulsionada pela extrema globalização em escala global que não vai arrefecer em 2012.

Espere mais consumidores pertencentes ao extrato BOTTOM OF THE URBAN PYRAMID (BOUP) do que nunca (as centenas de milhões de CITYSUMERS que não contam com salários de classe média para gastar) exigindo inovações criadas exclusivamente para suas circunstâncias, de questões ligadas à saúde a falta de espaço, passando pela necessidade de durabilidade.


Ah, e adivinhe só: os consumidores BOUP também têm desejos materialistas e estéticos. Alguns exemplos:


  • Desenvolvido pela NCR, o caixa eletrônico Pillar conta com tecnologias biométricas, fazendo com que seja adequado para o uso de populações analfabetas e semi-analfabetas. O equipamento apresenta um leitor de cartão que não exige contato, um leitor de impressões digitais biométricos, botões para a retirada expressa de dinheiro, compartimento para entrega de notas e impressora de recibo. Usuários do equipamento independente podem simplesmente colocar o polegar no sensor e apertar o botão com a cor correspondente à quantia de dinheiro que desejam retirar. No terceiro bimestre de 2011, a NCR começou a testar cinco protótipos de caixas eletrônicos Pillar no EUA, com a intenção de lançar o equipamento em mercados em desenvolvimento.


  • O Aakash é um computador tablet com sistema operacional Android e wifi, produzido em Hyderabad, na Índia, como aparelho de baixo custo, porém funcionalidade total. Espera-se que seja vendido a US$ 60 no varejo, e a cerca de US$ 35 (com subsídio do governo indiano) para estudantes.

 

  • A PepsiCo da Índia está fazendo teste de venda com dois produtos: Lehar Gluco Plus, uma bebida com eletrólitos e glicose, e Lehar Iron Chusti, um petisco fortificado com ferro. Ambos são direcionados a consumidores na base da pirâmide – em áreas urbanas (e rurais) (Fonte: Economic Times, Junho de 2011).
Publicado originalmente no relatório Trendwatching.com como parte das dúzias de tendências às quais as empresas devem ficar atentas em 2012. (via Promoview.com.br)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A história do mundo em stop motion

O diretor Kevin Parry resolveu contar a história do mundo em stop motion. É possível ver desde a teoria do Big Bang até acontecimentos mais recentes como guerras e a chegada do homem à Lua.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Compras coletivas vivem momento de transição no Brasil

Os sites de compras coletivas foram um dos fenômenos de vendas no Brasil em 2010. Após um ano, no entanto, passada a euforia, as empresas do setor buscam inovações para se consolidarem no mercado brasileiro. As tendências para o negócio estão relacionadas ao atendimento ao cliente e às ofertas personalizadas. As mudanças chegam para implementar no Brasil um terceiro momento de gestão das companhias do setor, a de fidelização dos clientes e de interações do mobile e do social commerce.

A primeira etapa do processo foi marcada pela corrida do ouro. A facilidade de montagem da plataforma de vendas e a imediata identificação dos consumidores com o modelo de negócio gerou a criação de mais de duas mil páginas na internet de compras coletivas, segundo dados do Ibope Nielsen Online. O Peixe Urbano lançou a moda no país e alavancou milhões de seguidores, mas o player brasileiro perdeu o primeiro lugar no fim de 2010 para a norte-americana Groupon, a inventora do modelo em 2008.

Atualmente, o mercado está em fase de transformação entre a segunda e a terceira etapa. Após a organização do setor, algumas empresas ganharam destaque como ClickOn, Qpechincha e Groupalia, que brigam para permanecer entre os 10 maiores atrás do Groupon e Peixe Urbano. “O mercado continuará crescendo. Ele rompe as barreiras do online e do offline, porque faz com que as pessoas conheçam as oportunidades e serviços da sua cidade ou bairro por meio da internet. É um modelo muito novo com bastantes pessoas ainda para conhecê-lo”, acredita Alexandre Ferraz, Diretor de Marketing do Peixe Urbano, em entrevista ao mundo do Marketing.

Saturação x crescimento
Se por um lado o mercado parece saturado, sem espaço para novas iniciativas, por outro, algumas empresas contrariam a premissa e seguem expandindo o setor. Os sites mais segmentados, por exemplo, como de pet shops, hoteleiro e cursos, continuam crescendo e também aqueles que apostam nos consumidores apenas de determinadas cidades. O Hotel Urbano surpreendeu os empreendedores e, na última semana, apareceu em quarto lugar no ranking das 50 maiores empresas do setor, gerado pelo Bolsa de Ofertas, seguindo o indicador Alexa Brasil.

Em novembro, o portal de descontos em hotéis atingiu a marca de um milhão de fãs na página do Facebook. Hoje, a fan page conta com 1,108 milhão de usuários e ultrapassa o número do Peixe Urbano (1,012 milhão). Antes, em abril, o Hotel Urbano já registrava a marca de seis milhões de visitas únicas por mês e uma base de cadastros de 1,4 milhões de usuários. Até o fim do ano, a empresa planeja alcançar dois milhões de usuários.

Outra surpresa foi a chegada do Azeitona Preta ao quinto lugar há duas semanas. O portal é da cidade de Marília, no interior de São Paulo, e oferece descontos para produtos e serviços do município e região. Esta semana, entretanto, o quinto lugar foi ocupado pelo Pank, que traz o diferencial de não precisar de um número mínimo de cupons a ser emitido. Todos os descontos valem independentemente da quantidade de consumidores que aderiram à oferta.

A mobilidade constante do ranking mostra que o setor ainda está bastante concorrido, mas, como era de se esperar, começa a amadurecer e perder players. Foi o que aconteceu com o Mix Oferta. A empresa surgiu no boom de novembro de 2010, mas por deficiências de negócios e falta de preparo o site foi retirado do ar. Em outubro, após uma reformulação de objetivos, a empresa voltou a atuar com um novo conceito de compras.

O Mix Oferta criou a Taxa de Manutenção de Senha, que permite ao usuário emitir cupons ilimitados por ofertas e pagar pelo serviço apenas no ato da utilização do cupom. A iniciativa pretende oferecer uma garantia a mais para os consumidores de compras coletivas, mas parece não ter alavancado as vendas do site, que ainda não aparece entre os 50 principais.

Consequências do mercado
Em julho deste ano, o país tinha 1.890 sites de compras coletivas e 73 sites agregadores de ofertas, somando um total de 1.963 portais, segundo o último levantamento do site Bolsa de Ofertas. O estudo apontava um aumento de 84% em relação a fevereiro, em que foi contabilizada a existência de 1.025 páginas de descontos em funcionamento no país. A quantidade, entretanto, esconde que 39% dos sites de compras coletivas estão fora de operação.

“Hoje o mercado pode ser considerado um mar aberto para as redes de ofertas. Mas os grandes conseguirão continuar, enquanto os pequenos quebrarão”, prevê Waldomiro Pereira, Professor de Master em Gestão e Estratégias para Comércio Eletrônico, da Business School. Para os pequenos players, o modelo segmentado parece ser a melhor aposta para conquistar uma boa posição no mercado. A disputa, no entanto, começa a aparecer entre outros negócios gerados com o sucesso das compras coletivas. Caso dos sites agregadores de desconto, (Save Me e Aponta Ofertas), de recompra de cupons (Regrupe e Reurbano) e até empresas que montam páginas de ofertas para as marcas.

A Click Soft idealizou o modelo de portal, como um blog, em que as marcas poderiam ter o seu próprio site de compras coletivas. Copiando o idealizador do mercado, o Groupon, a empresa inaugurou o Mogron, plataforma pela qual outras companhias podem se inscrever e hospedar-se gratuitamente. O pagamento destinado ao site é feito por meio de participação em vendas, em torno de 7%, das ofertas anunciadas.

Consolidação do Mercado
A tendência é que o modelo continue o mesmo, mas o mercado já vem apresentando mudanças. Uma das principais foi a abertura de capital do Groupon, em novembro, que reuniu US$ 700 milhões de investimento para a companhia, que já vinha acumulando dívidas desde setembro, quando a empresa divulgou um prejuízo líquido de US$ 214,5 milhões nos três primeiros trimestres de 2011.

“A abertura de capital do Groupon foi bem sucedida e isso demonstra que o mercado está sendo creditado. É a prova de que isso não é uma bolha e traz mais otimismo”, ressalta Ferraz, CMO do Peixe Urbano. A atuação do Groupon não intimidou os seus concorrentes, mas trouxe uma afirmação maior do potencial do negócio e aumentou a briga entre as empresas.

O ClickOn, por exemplo, já chegou a uma disputa acirrada com o Peixe Urbano pelo segundo lugar. Hoje, no entanto, a distância aumentou e o ClickOn busca fidelizar a base de clientes conquistados. “A preocupação era fazer o ClickOn chegar à competição do mercado e sobreviver a um momento de bolha. A corrida era para conquistar uma base sólida de usuários e os sócios, além de conseguir ficar entre as primeiras”, conta Cláudia Woods, Diretora de Marketing do ClickOn, em entrevista ao portal.

Tendências para o próximo ano
A corrida contra o tempo não é à toa. Os players estão de olho na quantidade de consumidores que o setor ainda pode conquistar. Atualmente, são mais de 17 milhões de pessoas cadastradas em site de compras no Brasil, segundo levantamento do Ibope Nielsen Online, realizado em maio deste ano. O número ainda é pouco, se comparado ao total de 78 milhões de internautas maiores de 16 anos no país.
“Temos uma forte atuação nas mídias sociais, com perfis no Twitter e no Facebook de cada cidade onde estamos. Todas as ofertas são destacadas nesses canais. Acreditamos muito na força do boca a boca que as mídias sociais proporcionam”, afirma Florian Otto, CEO do Groupon Brasil, ao portal.

No último dia 28, o Peixe Urbano investiu em uma loja virtual dentro do Facebook, seguindo a tendência do social commerce. O novo canal permite uma maior interatividade dos parceiros da empresas com seus potenciais consumidores. O próximo passo das empresas será investir no modelo de mobile commerce, tendo em vista o maior número de usuários de telefonia móvel no país.

A essência do modelo continuará firme, mas o principal erro das empresas ainda é o atendimento ao cliente. “Os brasileiros gostam de descontos, contudo, será necessário um foco maior no relacionamento para chamar a atenção do consumidor por meio do lado afetivo e não apenas da oferta. A inovação do mercado será a utilização de redes sociais e a constituição de uma equipe interna, que possa analisar o perfil dos clientes e o que eles desejam”, declara Waldomiro Pereira.

Fonte: Mundo do Marketing

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O Mundo das Mídias Sociais

No mundo existem mais usuários do Facebook do que automóveis e a grande maioria dos tweets são apenas feitos com apenas 40 caracteres, ou seja, 100 a menos do que é permitido. É a abreviação da abreviação.

Isso e muito mais você descobre no vídeo abaixo...